Leasing, consórcio ou financiamento de veículos: qual é o melhor?

Quando o comprador não pode adquirir um veículo à vista, ele costuma se questionar sobre qual opção vai mais a pena: consórcio ou financiamento. Mas, além dessas opções, há ainda o leasing.

É importante que o consumidor conheça todas essas modalidades antes de escolher como irá fazer a compra. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de pagamento.

Financiamento de veículo

O financiamento de carros é a forma mais comum de comprar um carro de maneira parcelada e que não para de crescer. De acordo com a Fenabrave, este ano, a cada dez solicitações de crédito, seis são atendidas pelos bancos. Nos anos passados, as instituições chegaram a aceitar apenas 30% dos pedidos.

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC), como também é chamado o financiamento, permite que o comprador pague em até 60 meses. Em geral, o motorista deve apenas dar uma pequena entrada para que possa pagar a médio prazo. Dependendo do prazo, as parcelas podem ser baixas.

Mas, vale notar que no financiamento há a incidência de juros no custo. Quanto mais tempo a pessoa precisar para pagar o empréstimo, maior será o valor a ser pago.

Durante o financiamento, ou seja, o tempo em que o comprador está pagando, o veículo fica alienado ao banco. Nesse caso, se o indivíduo deixa de pagar, a instituição pode tomar o bem.

Leasing

O valor residual pode ser pago no ato, parcelado ou ao final do contrato. Assim como o financiamento, as parcelas são fixas, o que ajuda a organizar o orçamento doméstico e evitar surpresas.

Porém, diferentemente da outra modalidade, nessa não há a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Além disso, o leasing costuma ter um custo de operação mais baixo.

No caso das pessoas jurídicas enquadradas no Lucro Real, as vantagens são ainda maiores. Elas podem aproveitar créditos especiais para bens arrendados. O requisito, nessas situações, é que as empresas estejam enquadradas com PIS e Cofins não cumulativo.

Consórcio

No consórcio de carros, o consumidor paga as parcelas para ter acesso a uma carta de crédito. Funciona assim: um grupo de pessoas paga mensalmente um valor. Todos os meses um desses participantes é sorteado e recebe o valor para comprar o veículo.

Também é possível ser contemplado ao fazer lances, ou seja, pagando um valor acima da parcela. Mesmo que o comprador receba o crédito, ele deve continuar pagando os débitos até o fim.

Nessa modalidade de compra, não há a incidência de juros. O comprador só paga uma taxa para a administradora, que costuma ser consideravelmente menor do que as taxas do financiamento.

Por outro lado, o interessado pode demorar anos para ser um dos consórcios contemplados e poder, enfim, adquirir o veículo. Desse modo, essa é uma alternativa ideal para quem não tem pressa de adquirir o automóvel.

Como decidir

Na hora de decidir qual forma de pagamento é melhor, o consumidor precisa considerar alguns pontos. O financiamento pode ser uma opção para quem deseja ter o carro rapidamente e tem uma boa quantia para dar de entrada. Porém, se o comprador não tiver juntado dinheiro, o leasing pode ser melhor, por causa dos custos.

Para quem só deseja economizar e não se importa em ter o bem daqui algum tempo, o consórcio poderá ser considerado. Portanto, tudo irá depender dos desejos da pessoa que for comprar.

Além de pensar na parcela paga, é importante que o cliente observe o Custo Efetivo Total (CET), o que inclui todas as taxas e tarifas da operação. Muitas vezes, a mensalidade paga até é pequena, mas, no fim, o comprador está pagando muito mais pelo veículo.

Independentemente se você está pensando em comprar por leasing, consórcio ou financiamento, compare todas essas formas, colocando-as no papel. Somente desse jeito será possível observar o que é melhor para o seu momento atual. Seja como for, compre o seu automóvel na Seminovos Movida!

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