Quais são os fatores que determinam a depreciação dos carros

Independentemente do modelo e marca, a depreciação dos carros sempre acontece. Assim que o veículo sai da montadora, ele já perde uma parte do valor. Ou seja, se for revendido alguns meses depois, não terá o mesmo preço de quando saiu de fábrica.

Os motoristas e consumidores já estão acostumados à depreciação dos carros. O que muitos ainda não sabem é quais fatores determinam essa desvalorização. Aqui, te explicamos melhor como é determinado o preço dos seminovos e usados. Confira!

Por que a depreciação ocorre

A depreciação dos veículos é normal, porque indica que o bem sofreu desgaste natural em função do tempo e do uso. Obviamente, um automóvel que circula pelas ruas há três anos, vale menos do que um que acabou de sair da fábrica.

No Brasil, a depreciação pode ser medida pela Tabela Fipe, um índice que mede os preços médios cobrados pelos veículos. Para calcular, o instituto descarta os preços muito baixos e muito altos.

A Tabela Fipe serve de base para diversos cálculos, inclusive de seguros e IPVA. Além dela, há a Molicar, uma referência mais específica que considera mais detalhes dos veículos.

Como a depreciação ocorre

Como já dissemos, o principal aspecto que determina a depreciação é o tempo. Mas cada veículo deprecia de uma forma ao longo dos meses. Confira o que é decisivo para um carro se desvalorizar:

Demanda e oferta

Os modelos mais populares, e que podem ser revendidos facilmente, são os que menos desvalorizam. Por sua vez, os carros com maior depreciação costumam ser os exclusivos ou fabricados por montadoras menos tradicionais.

A partir dessa informação, você já pode deduzir se um carro pode cair muito ou não de preço em uma revenda. Na lista dos modelos que menos depreciam, estão o Chevrolet Prisma, Chevrolet Onix, o Toyota Etios e o HB20S — todos você encontra na Seminovos Movida.

O Onix está há quatro anos em 1º lugar em vendas, já o HB20 segue em 3º e o Prisma em 4º. O único que foge à regra é o Toyota Etios, modelo que em janeiro foi o 43º mais vendido, mas que já conquistou o mercado brasileiro.

Quilometragem

A quilometragem é um fator levado em consideração na hora de precificar o veículo. Porém, apenas ela é insuficiente para determinar se um carro está mais ou menos gasto.

O mercado também considera a conservação do automóvel. Se ele não possui amassados, riscos e estiver visualmente “novo”, então, pode ter uma desvalorização menor.

O contrário também vale. Os carros que se envolveram em acidentes e que apresentam desgastes visíveis, por exemplo, tendem a ser vendidos por um valor mais baixo. Esse aspecto independe da quilometragem e está relacionado aos cuidados do proprietário.

Alterações no veículo

Os veículos que sofreram alterações, como rebaixamento e tunagem, não são tão atraentes para o mercado. Nesse caso, além de demorarem para serem vendidos, eles perdem boa parte do valor.

Basta pensar que o futuro proprietário pode não desejar ter um automóvel tão diferenciado. Nesse caso, ele irá preferir um carro tradicional. Ou, dependendo do caso, o comprador poderá até comprar um carro alterado, mas gastará para fazê-lo voltar ao normal.

Portanto, antes de fazer qualquer mudança significativa no carro, é necessário que o motorista se questione se ela realmente vale a pena. Se a ideia for trocar de carro, essa atitude pode não ser a melhor opção.

Lançamentos

Quando uma montadora lança um modelo, os correspondentes a esse veículo tendem a sofrer mais com a taxa de depreciação. Afinal, aos poucos, o carro mais antigo vai dando espaço para o novo.

Desse modo, quem deseja comprar para revender em breve, também precisa ficar atento ao mercado. O ideal é optar por um veículo que seja relativamente novo e que esteja em ascensão, porque as chances de ele sair muito cedo do mercado são pequenas.

Na Seminovos Movida, você encontra vários modelos de carros com condições exclusivas. Aproveite já e revenda facilmente quando quiser!

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